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Escola Diogo Cão realiza simulacro

No dia 29 de junho, a Escola Diogo Cão realizou um simulacro no âmbito do seu Plano de Emergência.

Eram 9H30 quando foi detectado fumo na dispensa da cozinha.

Após confirmação de incêndio e por dificuldades de o debelar pelos próprios funcionários, o órgão de gestão da Escola decide a evacuação dos edifícios e a concentração de toda a população escolar nos Pontos de Encontro definidos no Plano de Emergência.

A policia concentrou meios e facilitou o acesso  aos Bombeiros e evitou a concentração de veículos junto ao portão. Estavam assim, criadas condições para  a entrada de meios de reforço se necessário e caminho desimpedido para a eventual evacuação de feridos.

Os dois Corpos de Bombeiros de Vila Real, participaram neste evento com dois veículos de combate a incêndios e duas ambulâncias de socorro. 

 

Obstrução dos acessos dificulta o socorro.

Os bombeiros no exercício da sua função encontram diversas dificuldades no caminho da sua missão, o auxílio e socorro do cidadão anónimo.

Para uma resposta eficaz e como se diz na gíria, ao minuto, é necessário que as limitações naturais e as criadas pela mão do homem sejam minimizadas, ou mesmo suprimidas.

Somos confrontados com alguma frequência com situações que resultam na ineficácia dos operacionais pela dificuldade da chegada dos meios aos locais onde são necessários. O estacionamento indevido é um desses exemplos. Recentemente, o estacionamento de veículos em local proibido, impediu a passagem de uma veículo de combate a incêndios urbanos que ia auxiliar os operacionais que se encontravam no combate a um incêndio urbano no centro histórico da cidade.

Uma outra situação verificada recentemente com uma equipa de tripulantes de uma ambulância de socorro houve a necessidade de suspender a marcha de emergência para subirem a um andaime usado na construção civil e retirar uma prancha que impedia a passagem do veículo no caminho público. Com tudo isto, é real a perda de tempo no auxílio e socorro da vítima, resultando num problema para a eficácia e oportunidade dos meios.

Apela-se ao bom censo da comunidade para colmatar estas dificuldades porque o comportamento “egoísta” de alguns cidadãos resulta no principal inimigo ao seu próprio socorro e da comunidade em geral.

De focar que o cumprimento do dever do bombeiro nem sempre depende dos seus próprios meios.

“Saber para salvar, educar para prevenir” .

Cruz Branca com Unimog

Os Bombeiros da Cruz Branca adquiriram um Unimog  U 100 equipado para o combate a incêndios florestais.

Este veículo usado foi restaurado pelos nossos Bombeiros e já está operacional.

A sua função é utiliza-lo como veículo ligeiro, devido ás suas dimensões.

Dispõe de bomba acoplada, moto-bomba fixa e uma moto-bomba para abastecimento.

Também está equipado com guincho e tem as diversas ferramentas hidráulicas e de sapador.

Cruz Branca participa em Viseu nas 5ª jornadas internacionais de mergulho

Os Bombeiros Mergulhadores da Cruz Branca participaram no 5º encontro internacional de mergulho, num total de 12 Corpos de Bombeiros Voluntários, Municipais e Sapadores. Contou    também com a presença de outras organizações não-governamentais ligadas aos trabalhos subaquáticos.

 Também esteve presente a Marinha, como autoridade marítima e os GIPS da GNR.

Os exercícios efectuados em meio aquático, Barragem Várzea de Calde foram supervisionados pela Marinha Portuguesa. Estiveram também envolvidas Delegações da Holanda, Espanha e do Vigili Del Fuogo (Bombeiros Italianos).

Os palestrantes abordaram temas muito variados desde a experiência do salvamento do navio Concordia, em Itália, às inundações na Holanda e salvamentos em águas rápidas em Espanha